Horário de funcionamento   →   Segunda a Sábado: 8:00 às 18:00 - Domingo e feriados: 8:00 às 13:00    -    Av. Augusto de Lima, 744 - Centro, Belo Horizonte - MG, 30190-922

BEM-VINDO AO 3º MELHOR MERCADO DO MUNDO

LINHA DO TEMPO DO MERCADO CENTRAL DE BELO HORIZONTE

Inaugurado o Mercado Municipal da então Cidade de Minas. Em 1901, a capital mineira passou a se chamar Belo Horizonte. A abertura do Mercado aconteceu quase três anos após a inauguração da cidade, ocorrida em 12 de dezembro de 1897. Localizado no início da Avenida Afonso Pena, local hoje ocupado pela rodoviária, o Mercado possuía estrutura em ferro e vidro, importada da Bélgica. Sua implantação foi considerada na época um marco no suprimento alimentar da cidade e ele vendia essencialmente frutas, legumes, verduras, grãos e carnes.
Inaugurado o Mercado Municipal da então Cidade de Minas. Em 1901, a capital mineira passou a se chamar Belo Horizonte. A abertura do Mercado aconteceu quase três anos após a inauguração da cidade, ocorrida em 12 de dezembro de 1897. Localizado no início da Avenida Afonso Pena, local hoje ocupado pela rodoviária, o Mercado possuía estrutura em ferro e vidro, importada da Bélgica. Sua implantação foi considerada na época um marco no suprimento alimentar da cidade e ele vendia essencialmente frutas, legumes, verduras, grãos e carnes.

1900

Inauguração Mercado Municipal

A cidade cresceu, passou a ter mais de 90 mil habitantes. As instalações do Mercado Municipal se tornaram insuficientes para atender à demanda. O prefeito Cristiano Machado decidiu transferi-lo para outro local. O terreno escolhido foi o campo do América Futebol Clube, localizado entre as ruas Paraopeba (atual Avenida Augusto de Lima), Goitacazes, Curitiba e Santa Catarina.
Inaugurado o Mercado Municipal, atual Mercado Central, em seu novo endereço. Ele surgia como um dos maiores centros de comércio do Estado. Alojava cerca de 100 comerciantes e seu foco principal era a venda de produtos hortifrutigranjeiros, já existindo bares, cafés, salões de barbeiro, posto policial e agência de correio. Conforme seu regulamento, era proibida a venda de ferragens, tecidos e armarinho.
Inaugurado o Mercado Municipal, atual Mercado Central, em seu novo endereço. Ele surgia como um dos maiores centros de comércio do Estado. Alojava cerca de 100 comerciantes e seu foco principal era a venda de produtos hortifrutigranjeiros, já existindo bares, cafés, salões de barbeiro, posto policial e agência de correio. Conforme seu regulamento, era proibida a venda de ferragens, tecidos e armarinho.

07 Setembro - 1929

Inauguração das novas instalações do Mercado Municipal

O Mercado Municipal já havia se tornado um espaço boêmio e de divertimento para as classes populares, especialmente os homens, que alí transitavam. Para as elites o Mercado era um local de compras, afinal, nesta época, ainda não existiam sacolões e supermercados na cidade.
O Mercado Municipal já havia se tornado um espaço boêmio e de divertimento para as classes populares, especialmente os homens, que alí transitavam. Para as elites o Mercado era um local de compras, afinal, nesta época, ainda não existiam sacolões e supermercados na cidade.

Década de 1930

Espaço de compras e boêmia

O número de vendedores no Mercado cresceu muito. Em 1945 eram cerca de 400. Muitos eram pequenos comerciantes e agricultores que vendiam a sua produção em tabuleiros espalhados pelo Mercado. Naquele momento ocorreu uma diversificação dos artigos vendidos, com a predominância dos gêneros alimentícios. Nesta década, o Mercado ainda era o principal centro de abastecimento alimentar na cidade.
O número de vendedores no Mercado cresceu muito. Em 1945 eram cerca de 400. Muitos eram pequenos comerciantes e agricultores que vendiam a sua produção em tabuleiros espalhados pelo Mercado. Naquele momento ocorreu uma diversificação dos artigos vendidos, com a predominância dos gêneros alimentícios. Nesta década, o Mercado ainda era o principal centro de abastecimento alimentar na cidade.

Década de 1940

Crescimento e diversificação

14/10/1948 – Aprovado o Regulamento do Mercado Municipal que previa a presença no local apenas de mercadores e negociantes matriculados. As matrículas eram concedidas pelo Prefeito mediante requerimento do interessado. Os produtos vendidos no Mercado Municipal deveriam seguir a tabela oficial de preços, sob pena de cassação da licença.

30/10/1948 – Constituída a Associação Beneficente dos Comerciantes do Mercado Municipal de Belo Horizonte, definida como sociedade civil, com sede e foro na capital mineira. Essa associação tinha por objetivo defender os interesses dos comerciantes que trabalhavam no Mercado.
14/10/1948 – Aprovado o Regulamento do Mercado Municipal que previa a presença no local apenas de mercadores e negociantes matriculados. As matrículas eram concedidas pelo Prefeito mediante requerimento do interessado. Os produtos vendidos no Mercado Municipal deveriam seguir a tabela oficial de preços, sob pena de cassação da licença.

30/10/1948 – Constituída a Associação Beneficente dos Comerciantes do Mercado Municipal de Belo Horizonte, definida como sociedade civil, com sede e foro na capital mineira. Essa associação tinha por objetivo defender os interesses dos comerciantes que trabalhavam no Mercado.

Outubro - 1948

Regulamentação e Criação da Associação

1954 - Primeira Páscoa dos comerciantes

Celebrada a primeira Páscoa dos comerciantes, na escadaria da Secretaria Estadual de Saúde, hoje Minascentro.

O Mercado Municipal funcionava todos os dias, no terreno descoberto, circundado pelas carroças que transportavam os produtos, as barracas de madeira se enfileiravam para a venda de alimentos básicos para a população. Com sua intensa atividade, o local foi se tornando um ponto de encontro na nova capital.
O Mercado Municipal funcionava todos os dias, no terreno descoberto, circundado pelas carroças que transportavam os produtos, as barracas de madeira se enfileiravam para a venda de alimentos básicos para a população. Com sua intensa atividade, o local foi se tornando um ponto de encontro na nova capital.

1954

Funcionamento diário do Mercado Municipal (Antigo Mercado)

FOTOS DO MERCADO MUNICIPAL (ANTIGO MERCADO)

Abril - 1959

Incêndio em parte das instalações do Mercado, destruição de algumas barracas e um prejuízo estimado em cerca de 20 milhões de cruzeiros.

O Mercado Municipal havia crescido de forma desordenada e sem planejamento, possuindo instalações muito precárias e a Prefeitura não conseguia administrá-lo satisfatoriamente. Neste período a Prefeitura de Belo Horizonte enfrentava uma crise financeira e o prefeito Amintas de Barros, que geriu a cidade no período de 31 de janeiro de 1959 a 31 de janeiro de 1963, deixou um planejamento orçamentário onde constava a necessidade de venda do Mercado Municipal.

O Mercado Municipal havia crescido de forma desordenada e sem planejamento, possuindo instalações muito precárias e a Prefeitura não conseguia administrá-lo satisfatoriamente. Neste período a Prefeitura de Belo Horizonte enfrentava uma crise financeira e o prefeito Amintas de Barros, que geriu a cidade no período de 31 de janeiro de 1959 a 31 de janeiro de 1963, deixou um planejamento orçamentário onde constava a necessidade de venda do Mercado Municipal.

1960

1964
Até que, em 1964, a Prefeitura anunciou a venda do terreno, alegando impossibilidade de administrar a feira. Para impedir o fechamento do Mercado, os comerciantes se organizaram e criaram uma cooperativa com a finalidade de participar do leilão. No dia, a Cooperativa de Construção Limitada dos Ocupantes do Mercado Municipal ocupou a sede, com o apoio de parentes e amigos, e não deixou que os outros interessados chegassem ao local. Os comerciantes arremataram o terreno, mas com a condição de construir um galpão coberto na área total do loteamento no prazo de cinco anos. Se não conseguissem, teriam que devolver a área à Prefeitura.
1964
Até que, em 1964, a Prefeitura anunciou a venda do terreno, alegando impossibilidade de administrar a feira. Para impedir o fechamento do Mercado, os comerciantes se organizaram e criaram uma cooperativa com a finalidade de participar do leilão. No dia, a Cooperativa de Construção Limitada dos Ocupantes do Mercado Municipal ocupou a sede, com o apoio de parentes e amigos, e não deixou que os outros interessados chegassem ao local. Os comerciantes arremataram o terreno, mas com a condição de construir um galpão coberto na área total do loteamento no prazo de cinco anos. Se não conseguissem, teriam que devolver a área à Prefeitura.

30 Janeiro - 1964

Arrematação do Mercado pela Cooperativa de Construção Limitada dos Ocupantes do Mercado Municipal.

1964
1964

Janeiro 1964 - Abril 1965

Raimundo Pereira Lima assume a presidência da Cooperativa.

1967
1967

1967

Início das obras de construção do
"Novo Mercado Central"

A tarefa não foi fácil. A duas semanas do fim do prazo, ainda faltava o fechamento do mercado. Foi então que o presidente da cooperativa conseguiu um empréstimo e contratou quatro construtoras para finalizar a obra a tempo, ficando cada uma responsável por uma lateral, para que o galpão pudesse ser fechado no prazo estabelecido. Optou-se por utilizar o cobogó, cerâmica vazada, por ser mais rápida para o assentamento e ter preço baixo. Ao fim do prazo, os 14.000 m² de terreno estavam totalmente fechados. Os associados, com seu empreendedorismo e entusiasmo, viam seu esforço recompensado.
A tarefa não foi fácil. A duas semanas do fim do prazo, ainda faltava o fechamento do mercado. Foi então que o presidente da cooperativa conseguiu um empréstimo e contratou quatro construtoras para finalizar a obra a tempo, ficando cada uma responsável por uma lateral, para que o galpão pudesse ser fechado no prazo estabelecido. Optou-se por utilizar o cobogó, cerâmica vazada, por ser mais rápida para o assentamento e ter preço baixo. Ao fim do prazo, os 14.000 m² de terreno estavam totalmente fechados. Os associados, com seu empreendedorismo e entusiasmo, viam seu esforço recompensado.

1967

Finalização e Inauguração
do "Novo Mercado Central"

Mercado Central - Década de 1970

1970

Dom João Resende Costa celebra missa na Capela N. S. de Fátima. A comerciante Maria da Conceição Morais, em agradecimento à Virgem de Fátima por uma graça alcançada, doa ao Mercado Central uma imagem de Nossa Senhora de Fátima.

Os supermercados se consolidam como os principais responsáveis pelo comércio varejista de alimentos da cidade e é instituído o Ceasa, que passa a abastecer a grande Belo Horizonte de produtos hortifrutigranjeiros, vendendo seus artigos no atacado para os comerciantes.
Os supermercados se consolidam como os principais responsáveis pelo comércio varejista de alimentos da cidade e é instituído o Ceasa, que passa a abastecer a grande Belo Horizonte de produtos hortifrutigranjeiros, vendendo seus artigos no atacado para os comerciantes.

1972

Conclusão das obras na parte interna do Mercado. As barracas que eram todas de quatro paus fincados com lonas em cima foram transformadas em lojas com portas de aço. Enquanto ocorriam as obras, as barracas eram transportadas para o meio do corredor e as lojas definitivas eram edificadas sem paralisar o trabalho. 400 lojas foram construídas, ocupando uma área de 13.400 m².
Conclusão das obras na parte interna do Mercado. As barracas que eram todas de quatro paus fincados com lonas em cima foram transformadas em lojas com portas de aço. Enquanto ocorriam as obras, as barracas eram transportadas para o meio do corredor e as lojas definitivas eram edificadas sem paralisar o trabalho. 400 lojas foram construídas, ocupando uma área de 13.400 m².

1973

Mercado Central - Década de 1980

Os shoppings surgem como uma opção de compra dos belo-horizontinos e atraem lojas âncoras, entre elas grandes redes de supermercados. A população passa a comprar de tudo nos shoppings, inclusive alimentos. O Mercado Central se consolida como um ponto turístico e de lazer da cidade, além de abrigar outros tipos de lojas como floras, casa de biscoitos, lojas de utensílios domésticos e de ferragens, dentre outras.
Os shoppings surgem como uma opção de compra dos belo-horizontinos e atraem lojas âncoras, entre elas grandes redes de supermercados. A população passa a comprar de tudo nos shoppings, inclusive alimentos. O Mercado Central se consolida como um ponto turístico e de lazer da cidade, além de abrigar outros tipos de lojas como floras, casa de biscoitos, lojas de utensílios domésticos e de ferragens, dentre outras.

1980

Começa o processo de substituição das madeiras das lojas por concreto, material mais resistente. Neste momento o Mercado Central possuía 450 lojas, incluindo agências bancárias, casa lotérica e farmácias.
Começa o processo de substituição das madeiras das lojas por concreto, material mais resistente. Neste momento o Mercado Central possuía 450 lojas, incluindo agências bancárias, casa lotérica e farmácias.

1988

1997 – Criado o informativo Mercado Central Informa, boletim responsável pela divulgação das ações da administração do espaço comercial, pelo resgate da memória do Mercado e pela divulgação das inovações comerciais, ampliando os canais de comunicação com os seus clientes.

1997 – Implementada a primeira turma de segurança do Mercado Central.

1997 – O cineasta Helvécio Ratton produz um curta sobre o Mercado Central denominado Pé na Roça.

1998 – Mercado Central inaugura sua página na internet www.mercadocentral.com.br

1999 – Mercado Central é eleito pelos belo-horizontinos como o ponto turístico mais conhecido da cidade
1997 – Criado o informativo Mercado Central Informa, boletim responsável pela divulgação das ações da administração do espaço comercial, pelo resgate da memória do Mercado e pela divulgação das inovações comerciais, ampliando os canais de comunicação com os seus clientes.

1997 – Implementada a primeira turma de segurança do Mercado Central.

1997 – O cineasta Helvécio Ratton produz um curta sobre o Mercado Central denominado Pé na Roça.

1998 – Mercado Central inaugura sua página na internet www.mercadocentral.com.br

1999 – Mercado Central é eleito pelos belo-horizontinos como o ponto turístico mais conhecido da cidade

1997

Mercado Central - Década de 2000

Neste período o Mercado Central define normas rígidas para a ocupação do seu espaço, após a tentativa de tombamento pelo poder público. O tombamento foi motivado pela instalação de uma rede de eletrodomésticos nas dependências do Mercado. Ficaram proibidas as instalações de sex shop, lan house, lojas de jogos eletrônicos e novas lojas de CDs, casas lotéricas, agências de viagem e bancárias e casas de câmbio.
Neste período o Mercado Central define normas rígidas para a ocupação do seu espaço, após a tentativa de tombamento pelo poder público. O tombamento foi motivado pela instalação de uma rede de eletrodomésticos nas dependências do Mercado. Ficaram proibidas as instalações de sex shop, lan house, lojas de jogos eletrônicos e novas lojas de CDs, casas lotéricas, agências de viagem e bancárias e casas de câmbio.

1980

Nos últimos anos o Mercado Central, além de uma central de compras, que conta com cerca de 400 lojas, tem se consolidado também como um dos mais importantes pontos turísticos da cidade de Belo Horizonte, atraindo não só pessoas vindas de outros países e regiões do Brasil, mas também muitos belo-horizontinos, ávidos por uma boa prosa e produtos da melhor qualidade.
Nos últimos anos o Mercado Central, além de uma central de compras, que conta com cerca de 400 lojas, tem se consolidado também como um dos mais importantes pontos turísticos da cidade de Belo Horizonte, atraindo não só pessoas vindas de outros países e regiões do Brasil, mas também muitos belo-horizontinos, ávidos por uma boa prosa e produtos da melhor qualidade.

2010

O Mercado Central recebe cerca de 1.300.000 pessoas por mês!

Atualmente, com 96 anos de existência, o Mercado Central possui mais de 400 lojas e atrai todos os dias milhares de visitantes de todos os lugares do Brasil e do mundo e, em seus corredores, guarda grandes memórias e muitas histórias para contar.

Mercado Central é aberto ao público e recebe todos os dias milhares de visitantes.

Eleito pelos belo-horizontinos como o local que é “A Cara de BH”

CURIOSIDADES

  • Tem 96 anos de existência neste local, que antigamente
    era o campo de futebol do América-MG.
  • Foi inaugurado em 7 de setembro de 1929.
  • É o único mercado privado da América do Sul, desde 1964.
  • Foi eleito o Melhor Mercado do Mundo pela revista de
    bordo TAM nas Nuvens (2016).
    Recebe 1.320.000 visitantes por mês, ficando atrás apenas
    dos Aeroportos de Guarulhos e Congonhas.
  • Tem mais de 400 lojas.
  • Conta com uma capela no estacionamento, dedicada a
    Nossa Senhora de Fátima, com missa todos
    os domingos, às 7h.
  • Tem uma Cozinha Interativa Itambé.
  • Promove o projeto “Consumidores do Futuro”, com
    visitas guiadas gratuitas para escolas.
  • Tem 35.000 m² de área construída.
  • Já foi o principal centro de abastecimento de Belo Horizonte.
  • Recebe mais de 15 milhões de pessoas por ano, 20 vezes mais do que uma edição de Rock in Rio.
  • Está localizado em frente ao Minascentro, outro ponto turístico de BH.
  • Recebe alunos de escolas desde 2001 por meio do projeto “Consumidor do Futuro”.
  • Possui um amplo estacionamento com 420 vagas rotativas.
  • Recebe mais de 63.000 veículos por mês.
  • Tem uma corrida de rua própria, com circuito que percorre boa parte do Centro de BH.
  • É uma parada obrigatória para quem quer sentir de perto os sabores e tradições de Minas Gerais.

A FLORESTA

LOJA 42
T-18 - 40/42

Cuias para chimarrão e tererê, argilas (geoterapia), bucha vegetal, cremes,
géis e pomadas e extratos vegetais.

www.afloresta.com.br

Telefone:
31 3274-9629

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